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Notícias Rosa Imóveis Imobiliária em São Gonçalo, Rio de Janeiro - Casas - Apartamentos - Lançamentos Mercado imobiliário cria bairro e dá novo nome ao final do Recreio

Depois de Jacarepaguá e Camorim, que em alguns pontos ganharam o status da Barra, o mercado investe numa nova região da cidade. A última, dizem os construtores, antes do Túnel da Grota Funda. Fica no final do Recreio, depois da Praia do Pontal, mede 600 mil metros quadrados (mais ou menos um Leblon) e já tem até nome: Pontal Oceânico, escolhido como contraposição ao Jardim Oceânico, na outra ponta da orla, bem no início da Barra.

Cinco grandes construtoras participam da criação do novo bairro: Calçada, Calper, Even, Gafisa e RJZ Cyrela. Este ano, cada uma lançará ao menos um empreendimento, mas todas têm outros terrenos, onde devem construir em breve. As cinco investirão R$ 50 milhões na infraestrutura, o que inclui pavimentação de ruas, iluminação pública, redes de água e esgoto. Uma grande avenida arborizada, com canal, deve passar no centro do bairro.

— Queremos que seja um bairro planejado com um bom urbanismo — diz Fabio Terepins, diretor da Even, que deve lançar o segundo empreendimento do bairro, o Luar do Pontal, com 560 unidades.

Até agora, o único lançamento foi do Frames Vila de Mídia, da Calper, que chegou ao mercado no início do mês com a chancela da Empresa Olímpica Municipal, já que o empreendimento deve receber parte dos jornalistas que cobrirão os Jogos de 2016. Em três semanas, 90% das unidades foram vendidas.

— Acredito muito no sucesso do bairro, que deve atrair jovens de classe média alta — diz Rogério Zylbersztajn, vice-presidente da RJZ Cyrela, que espera ver ali a mesma valorização ocorrida na Barra.

As unidades já lançadas custaram a partir de R$ 6.200, o metro quadrado, ou seja, R$ 430 mil, um dois-quartos de 69 metros quadrados. Um valor, aliás, próximo ao cobrado na Tijuca. Mas a estrutura dos empreendimentos seguirá a mesma da Barra: condomínios-clube com blocos de apartamentos de dois e três quartos e infraestrutura de lazer. Em alguns casos, haverá lojas no térreo viradas para a rua, com serviços de conveniência, como agências bancárias, lavanderia e locadora para atender à região, ainda pouco habitada.

— Quando se cria um bairro, também é preciso ter opções de serviços e é bom poder ofertar isso, sem interferir na estrutura dos condomínios — afirma João Paulo Matos, presidente da Calçada.

Mas se, no nome, o Jardim Oceânico serviu como inspiração, no estilo arquitetônico, a escolha foi bem diferente. Enquanto o início da Barra é conhecido por seus pequenos prédios de três andares, no novo bairro, os empreendimentos terão oito ou nove andares . Isso será possível porque o PEU das Vargens, que inclui a região, permite que o gabarito inicial de seis pavimentos seja ampliado para oito, com térreo, em troca de contrapartida financeira dada à prefeitura.

É a chamada outorga onerosa que, em outras palavras, permite à construtora comprar do poder público municipal o direito de construir mais. Opção feita pelas cinco empresas.

— Foi uma regra criada para o município poder sanear as necessidades de ter uma população maior na região. E é melhor que seja assim, pois permite uma ocupação regular — destaca o urbanista Augusto Ivan. — Mas o ideal, em vez de expandir a cidade, seria adensar a Zona Norte do Rio, onde já há infraestrutura, especialmente de transporte coletivo.

Até o fim de 2015, o local já deve começar a ter cara de bairro. Mas o desenvolvimento completo pode levar 15 anos.

 

Fonte: CRECI RJ

 

 

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